06/10/11 - Em congresso, secretário de Telecomunicações fala sobre a utilização de satélites no PNBL

Martinhão destacou que os satélites cobrem vastas áreas geográficas, viabilizando a prestação de serviços de telecomunicações em locais densamente povoados e em regiões mais afastadas


Max IMG 1233.1Brasília, 06/10/11 - O secretário de Telecomunicações do MiniCom, Maximiliano Martinhão, participou, nesta quinta-feira (6), do Congresso Latino-Americano de Satélites 2011, que está sendo realizado no Rio de Janeiro. Em sua apresentação, Martinhão falou sobre o papel do satélite no Programa Nacional de Banda Larga, destacando alguns aspectos, como a capacidade que os satélites possuem de cobrirem vastas áreas geográficas, viabilizando a prestação de serviços de telecomunicações tanto em locais densamente povoados como em regiões mais afastadas. Além disso, o secretário ressaltou o custo atrativo dessa solução quando comparado com aquele decorrente da instalação de infra-estrutura terrestre para estabelecimento de comunicação em áreas de difícil acesso.

 

Martinhão lembrou que, no último mês de agosto, a Agência Nacional de Telecomunicações licitou o primeiro direito de exploração de satélites no Brasil, no valor total de R$ 254,4 milhões. Isso vai permitir que quatro novos satélites brasileiros entrem em operação, cobrindo 100% do território nacional e dedicando parte da capacidade para atender o mercado brasileiro. Os direitos de exploração serão conferidos por 15 anos, prorrogáveis uma única vez.

 

"O satélite deverá atender a 24,4 milhões de pessoas em áreas remotas e não aglomeradas. E chegará a 1.283 municípios tendo o satélite como backhaul. Enquanto a rede não chegar, vai por satélite, com envolvimento de empresas públicas e empresas privadas", disse o secretário. Para ajudar no cumprimento da meta do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), o governo vai construir um satélite próprio, que será usado também pelo Ministério da Defesa. Recursos para a construção do primeiro satélite, que deve custar cerca de R$ 700 milhões, já estão previstos na proposta de orçamento para o próximo ano.

 

Com a presença de especialistas, da comunidade empresarial e do governo, o evento também vai discutir, até esta sexta-feira (7), o fortalecimento da indústria aeroespacial no país, as novas aplicações em vigilância marítima, meteorologia e sensoriamento remoto.

 

Confira aqui a palestra do secretário.

 

 

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