Governo quer acabar com as diferenças regionais de acesso à internet

Pesquisas mostram que, de 2010 para 2011, o Brasil teve acréscimo de 6 milhões de novos domicílios com acesso à rede mundial de computadores

Brasília, 31/05/2013 - As diferenças de acesso à internet entre as regiões brasileiras são muito grandes e o governo quer acabar com essa desigualdade. Foi o que declarou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, hoje em Brasília. O ministro lembrou os dados divulgados pelo IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios, PNAD 2011: do total de 22 milhões de domicílios brasileiros conectados à internet, 12 milhões estão no Sudeste; 3,9 milhões no Sul; 3,4 milhões no Nordeste; 1,8 milhão no Centro Oeste e apenas 898 mil no Norte.

"Essa diferença de acesso não pode continuar. Não podemos ter cidadãos de duas categorias - aqueles com acesso e sem acesso. É tarefa do governo trabalhar para reduzir até acabar com as diferenças de acesso entre as regiões brasileiras. A internet é cara e lenta em algumas regiões e rápida e acessível em outras. Isso não pode acontecer", afirmou o ministro.

Desde o início do Programa Nacional de Banda Larga, o governo investiu direta ou indiretamente mais de R$ 3 bilhões, por meio da capitalização da Telebras, Programa Cidades Digitais, desoneração fiscal de tablets, smartphones e roteadores e para construção e redes de fibra óptica e os valores transformados em obrigações nos leilões de radiofrequência, especialmente do 4G e da banda larga rural.

Além disso, a Telebras está construindo uma rede de banda larga de última geração em todo o país, atuando no atacado. Promove parcerias com provedores privados de pequeno porte, médio ou grande porte para fornecer internet a melhores preços ao consumidor. Dados de mercado mostram que a Telebras provoca uma redução do preço do megabit/s em até 90% nos municípios onde chega com sua rede.

Estudo realizado pela UIT (União Internacional de Telecomunicações), da ONU, mostrou que o Brasil teve uma redução de 46% no preço da banda larga fixa entre 2010 e 2011, uma das maiores quedas relativas verificadas pela instituição. Da mesma forma, pesquisas realizadas pelo Centro de Estudo sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação demonstraram que, de 2010 para 2011, o Brasil teve o maior crescimento da internet da história, com o acréscimo de 6 milhões de novos domicílios com acesso à rede mundial de computadores.

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